
Gostaria
tecer um breve comentário a respeito da confusão que aconteceu no Centro de Cultura
Adonias Filho há uns dias. Estive lá a convite de um amigo para uma reunião
onde se planejaria uma carreata popular e sem vínculo de partido, acontecida em
nossa cidade no último dia 30 em apoio à candidatura de Bolsonaro. Estando lá
todos reunidos e já quase na metade do nosso encontro que acontecia no saguão
de entrada do centro de cultura e não em sala fechada, apareceu um grupo de
jovens capoeiristas e estes começaram a nos incomodar gratuitamente, cantando
músicas acompanhados por um violão com jargões agressivos a Bolsonaro e ao nosso
grupo. No começo tentamos ignorá-los, mas à medida que eram ignorados aumentavam
o tom de voz e as ofensas proferidas, chegando ao ponto de, aos berros,
começarem a xingar as pessoas e ofender especialmente as mulheres que ali
estavam, com palavras chulas e palavrões definiam as mulheres que votam em
Bolsonaro. Eu que estava de pé e perto do grupo fui pedir, educadamente, para
que parassem a provocação, ao que uma moça entre aqueles jovens me respondeu de
maneira mal educada e agressiva: “aqui não é local para este tipo de reunião. Aqui
é democracia! Aqui frequenta “viado”, “sapatão” e maconheiro. Aqui é
democracia!”. Ao que eu perguntei por repetidas vezes: que é democracia para
vocês? É claro que não tive resposta, pois acho que eles desconhecem o real
significado desta palavra. Nesse momento, um dos presentes tentando me defender
foi ao encontro dos jovens mal educados e se iniciou uma discussão que se
acalmou pela interferência das demais pessoas do nosso grupo. Havia entre nós
da reunião um policial militar e este sentindo que o grupo estava sendo
agredido e ameaçado, tentando prevenir um outro possível confronto entre nós e
os capoeiristas que ali na porta permaneciam, solicitou uma viatura.
Este
triste episódio me levou a refletir mais uma vez o tipo de alienação política-ideológica
que sofrem estes jovens nas escolas e nas universidades brasileiras por parte
de professores, em sua maioria, esquerdistas. Isto vem acontecendo desde que a
esquerda perdeu na sua tentativa de tomar o poder através da luta armada na
década de 60 e desde então utiliza a estratégia gramscista aparelhando
ideologicamente os centros de cultura e educação como mecanismo de propagação
do marxismo cultural, locais estes que deveriam servir para a instrução profissional
destes jovens. Esta lavagem cerebral faz parte do plano de dominação dos esquerdistas
(comunistas) para se perpetuarem no poder ad
eternum. Eu já fiz parte deste
projeto nos meus tempos de revolucionário sandinista de tendência marxista-leninista
como conto no meu artigo “Porque deixei de ser
Esquerdista”.
Dói
mais quando se sabe que a maioria destes jovens, estudantes de universidades públicas
pagas com os nossos impostos, chegam a alma
mater quase analfabetos funcionais que não sabem interpretar
satisfatoriamente aquilo que leem! Claro que isto se torna um terreno fértil
para os intelectuais de esquerda plantarem suas sementes de ódio e de divisão
num cérebro incapaz de refletir entre o que é certo ou errado. Isto é bem
evidente em sociedades comunistas como a da Coréia do Norte, China, Cuba e a
hoje extinta União Soviética onde a lavagem cerebral começa desde tenra idade e
se prolonga pela vida toda do indivíduo massificado.
Eu
tive contato com esta triste realidade quando fazia pós-graduação na Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) no começo dos anos 90. Em um
determinado dia fui convidado pela professora de Sociologia (que tinha
descoberto não sei por quem que eu era um ex-guerrilheiro sandinista) para dar
uma palestra para os seus alunos. Quando cheguei na sala, vi um grupo de jovens
sonolentos e desmotivados. Soube que eles já tinham sofrido em aula anterior
uma lavagem cerebral sobre a “gloriosa Revolução Cubana”. Fui logo dizendo: esqueçam,
por enquanto, o vocês aprenderam sobre a Revolução Comunista Cubana e depois de
me ouvirem tirem suas próprias conclusões. E fui logo mostrando as verdades e
descortinando as mentiras sobre as revoluções de Cuba e da Nicarágua. Os jovens
saíram da letargia e começaram a chover perguntas. Não cheguei a concluir a
palestra, fui convidado a me retirar pela professora esquerdopata.
Os
professores em sua maioria estão negligenciando a educação instrucional para a
educação ideológica, tanto nas escolas do ensino fundamental como no ensino médio,
o que também tem contribuído, ao meu ver, ao fato do Brasil ter ficado entre os
últimos países do mundo em índices de educação. E o mais agravante é que estes
jovens quando chegam as universidades, que se converteram em fábricas de
comunistas, a coisa complica mais ainda, pois são treinados para se tornarem
multiplicadores da ideologia marxista na sociedade e a repetir como papagaios o
que ouvem de seus mentores ideológicos, de maneira robótica e retórica.
A
grosso modo, este grupo tem algumas características em comum com os grupos de
outros países de ditaduras esquerdistas como a Nicarágua e Cuba:
1. Formam
uma minoria, mas agem e fazem barulho como se fossem maioria.
2. De
maneira intolerante e violenta (FASCISTA!!) impõem suas ideologias (seja de
gênero, raça, de classe social, filosófica e etc.) intimidando a imensa maioria
que preserva os princípios cívicos e morais.
3. Apresentam baixo desempenho curricular e os
professores geralmente os aprovam seja por medo ou porque comungam da mesma
linha ideológica.
4. São
contra todo tipo de reforma do ensino (mesmo que esta seja progressista).
5. Fumam
maconha e são a favor de sua liberação.
6. Pertencem
ao grupo LGBT.
7. Não
respeitam a hierarquia dentro de sala de aula e fora dela.
8. Fazem
parte da “elite dos porcos” ao qual se refere George Orwell na sua obra
profética “A Revolução dos
Bichos”.
Fazem parte do diretório da Central de Estudantes (DCE), da UNE (União Nacional
de Estudantes) e obtém vantagens do governo ou da universidade pública.
9. Dizem-se
discriminados, mas discriminam aos que não agem ou pensam iguais a eles, acusando-os
de seus chavões: fascistas, homofóbico, machista e etc.
10. Chamam aos outros de “fascistas” mesmo sem conhecerem o real significado da palavra,
pois eles, ao quererem impor somente as suas ideias agem como verdadeiros
fascistas.
Esta ditadura da
minoria é o reflexo do espírito de atraso e da involução. Como assim
demonstraram ao tomar através da força as universidades de todo o país, durante
meses, na tentativa de impedirem a reforma da educação. Reforma esta que hoje
está mais do que óbvio que o Brasil precisa urgentemente para podermos sair do
ranking dos países mais atrasados.
Por
outro lado, paradoxalmente, hoje a Nicarágua passa por uma revolução cívica em
que os estudantes
universitários estão na vanguarda da luta por democracia
contra o regime autoritário de esquerda de Daniel Ortega. Regime este que durante
anos foi sustentado, ironicamente, pelo governo petista, este mesmo que se
intitula como democrático e o qual os estudantes esquedopatas brasileiros defendem.
A ditadura comunista nicaraguense tem reprimido violentamente os protestos com
mortes e prisões arbitrárias destes jovens universitários patriotas.
Enfim,
a ditadura da minoria concede o falso direito de serem, como disse a moça do
centro de cultura, “viado”, “sapatão” e/ou “maconheiro” ou ainda o que “diabos”
quiserem ser. Entretanto, eu e os outros (que constituímos a grande maioria)
também temos o direito de sermos héteros, de não sermos usuários e nem fazermos
apologia as drogas, de sermos conservadores, de preservarmos nossa boa
educação, nossos valores cristãos-morais e o nosso civismo. Há um dito popular
que proclama: “o seu direito acaba
onde começa o dos
outros”, essa afirmação envolve bom senso e ética que, ao que parece, a
ditadura da minoria ignora.
Concluo
com a música “The Wall” (“O Muro” de Pink Floyd) e o pensamento do fundador do
Espiritismo Allan Kardeck, extraído
da sua obra O CÉU E O INFERNO, para os professores responsáveis pela lavagem
cerebral destes pobres jovens ignorantes. E a frase de Benito Juarez
para todos os que pretendem que se lhe respeitem os seus direitos.
“Nós não precisamos de
nenhuma educação (Marxista)
Nós não precisamos de
controle em nossas mentes (de professores esquerdopatas)
Sem humor negro na sala
de aula. (Sem lavagem cerebral na sala de aula)
Professores (esquerdopatas)
deixem essas crianças em paz
Hey! professores!
deixem essas crianças em paz!
Eu resumo isso é apenas
mais um tijolo (vermelho) na parede”
(The Wall)
"Cada um é livre, sem dúvida
em sua crença, em crer em alguma coisa ou não crer em nada, mas aqueles que procuram
fazer prevalecer no espírito das massas, da juventude sobretudo, a negação do
futuro, apoiando-se na autoridade do seu saber ou no ascendente da sua posição,
semeiam na sociedade os germes da perturbação e da dissolução e incorrem em uma
grande IRRESPONSABILIDADE!”
(Alan Kardeck)
“O Respeito ao direito alheio, é a
Paz!”
(Benito Juarez)